20111128

Conteúdo para mídias sociais não deve ser discurso de venda direta

Entrar e estar nas redes sociais online com o mesmo pensamento de antigamente, oferecendo uma propaganda e um discurso intrusivos, deve ser deixado definitivamente para trás. No ambiente online, as pessoas esperam das marcas uma abordagem diferente (para melhor) daquela das mídias tradicionais (especialmente da TV).



Um dos clientes atendidos por nós chegou com o briefing direto ao ponto: o conteúdo teria de ser lúdico e com linguagem publicitária, com foco em vendas.
Eram posts para o Twitter (tweets) e para o Facebook. A oferta era de ingressos para um espetáculo internacional de cunho infantojuvenil (tom lúdico). Logo, o discurso de vendas deveria ser direcionado principalmente aos pais (que, diga-se de passagem, detêm o poder de compra).
O cliente em questão chegou por meio de uma agência parceira, que, não podendo atender à demanda, repassou para Dr. Conteúdo.
Até aí, tudo bem; não íamos recusar a proposta, justamente por não ser um cliente direto – como falei, era cliente da agência, que nos repassou o serviço, o que é uma prática até comum. Mas se fosse um cliente direto de Dr. Conteúdo, o aconselharíamos a mudar o enfoque, e, juntos, mudarmos o planejamento de conteúdo, não usando uma linguagem de vendas tão intensa e ostensiva.

Consolidação da marca

Quem tem mais possibilidades de ganhos: o vendedor que apenas anuncia o nome e o preço do produto, ou o que fala o nome e o preço mas também os benefícios e vantagens, que sorri, que brinca, que entretém?
O segundo tem muito mais chances de vender e obter mais lucros (que é o que todos buscamos no final das contas) do que o primeiro, ainda que a médio e longo prazo, porque ao informar também (e principalmente) as vantagens e benefícios do produto e por criar uma empatia e aproximação com os potencias clientes, ele planta uma semente e começa uma relação – e relação se constrói a médio e longo prazo.
Eu mesmo assisti a ambas as situações por diversas vezes: no ônibus, um vendedor de balas e guloseimas, que apenas fazia um discurso de coitado e falava o nome e o preço do produto, vendia uma ou duas unidades; outro, que já chegava entretendo todo mundo, contando piadas e “causos”, rindo, apontando características até engraçadas nas pessoas, falava dos benefícios do produto, que em casa a esposa, o marido e as crianças iam gostar, este vendia dezenas de unidades das guloseimas.
A mesma coisa deve acontecer com as empresas nas mídias sociais: elas devem entender (e principalmente as agências devem evangelizar e alertar) que estes são canais de relacionamento, de diálogo e de consolidação da marca a médio e longo prazo, e não de vendas diretas, com uma sistemática na qual apenas se canta o produto e seu preço e espera-se comprador. Aí a frustração vem a galope, até que assimilem que primeiro tem de preparar o terreno, estar preparado para debater, atender, envolver, responder, solucionar…
Fonte: Dr. Conteúdo
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Os horários de pico do Facebook

Uma necessidade para quem já atua ou está começando estratégias e atuação nas mídias e redes sociais é saber quais os horários de maior audiência e atividade dos usuários em geral. Uma pesquisa revela dados sobre o Facebook.


O estudo foi realizado pela Vitrue entre agosto de 2007 e outubro de 2010 e visou analisar como é essa atividade no canal.

Para isso, reuniu:

  • 1.500 fanpages (incluindo páginas institucionais, de produtos e serviços);
  • mais de 1,64 milhões de posts;
  • 7,56 milhões de comentários.
(Compartilhamentos e “curtidas” não foram incluídos na análise.)

As conclusões mais relevantes foram:

  • Os horários de maior uso durante a semana são: 11h, 15h e 20h;
  • Durante a semana, o maior pico ocorre às 15h;
  • A utilização na semana é bastante estável, mas quarta-feira às 15h é sempre o período mais movimentado;
  • Os “fãs” de páginas são menos ativos no domingo em comparação com todos os outros dias da semana.

Posts publicados pela manhã reúnem mais atividade

Embora a maioria dos posts e comentários aconteça em torno das 15h, posts publicados no período da manhã tendem a ter um melhor desempenho (maior interação) do que aqueles publicados no período da tarde.
Para a Vitrue, posts adicionados pela manhã têm 39.7% a mais de atividade do que os adicionados durante a tarde. Os quinze minutos depois da postagem são os mais aproveitáveis, é quando os usuários mais comentam, curtem e compartilham.

Os poréns

É preciso o alerta de que os dados e hábitos sempre mudam, assim como tudo muda. É preciso considerar também as peculiaridades de cada país. Uma consideração ainda mais importante é que as pessoas estão cada vez mais ativas e online no período da noite e, portanto, as marcas deveriam pensar bem em estar presentes e interagindo com os usuários também nessa parte do dia.
Fundamental é avaliar – dependendo do seu negócio, produto ou serviço – se os seus usuários estão ativos mais à noite do que de dia; se estão mais ativos aos finais de semana do que nos dias normais. Pode ocorrer de você estar focando onde – e quando – não deveria. Saber quando os usuários estão envolvidos e interagindo com sua página pode ser crucial para obter resultados mais eficazes com sua mensagem.
Pela nossa experiência com as fanpages que cuidamos, as postagens entre 10h e 11h e entre 14h e 15h são as que têm maior interação (curtidas, comentários, compartilhamentos).
E pela sua experiência, quais os horários de maior atividade no Facebook? 
Com referências dMashable.
Fonte: Dr. Conteúdo
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Como os políticos usam a internet

Um estudo inédito mostra que os senadores e deputados do Brasil ainda estão pouco conectados

DANILO THOMAZ, MARCO VERGOTTI, ERIK SCARANELLO E GERARDO RODRIGUEZ


Um levantamento feito pela Medialogue, agência digital de pesquisa em mídia, mediu o nível de interatividade dos 513 deputados federais e 81 senadores. A conclusão: apesar de vivermos em plena era digital, os políticos ainda estão desconectados. Apenas um terço deles oferece contato por e-mail. Menos de 20% fazem consultas aos eleitores usando enquetes on-line. E só 23% dos senadores atualizam um blog regularmente. “Eles exploram pouco as possibilidades da rede”, afirma Alexandre Secco, diretor da Medialogue e coordenador da pesquisa. “A maioria trouxe os vícios da comunicação analógica para o mundo digital. Só oferecem informações que interessam a eles mesmos.” Há iniciativas que fogem à regra. O deputado federal Anthony Garotinho (PR-RJ) tem um blog com denúncias e usa o Twitter para responder a dúvidas de seus eleitores. A deputada federal do Rio Grande do Sul Manuela D’Ávila (PCdoB) tem dois blogs (um pessoal e outro político) e usa várias formas de interação. Manuela usa até o Formspring (serviço on-line de perguntas e respostas) para se comunicar com o eleitor. No quadro ao lado, os deputados e senadores que mais usam as redes sociais.


Fonte: Revista Época

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20111021

Vamos ouvir Google Music?


Google lança loja online de música na Internet.
Empresa lança sua própria loja de música na Internet, o Google Music. Após muitas especulações, o jornal New York Times informou o lançamento. Esse novo serviço estará disponível dentro das próximas semanas para os usuários dos Estados Unidos.
A criação do Music, a loja de músicas online do Google, foi complicada pela dificuldade da empresa na negociação com as gravadoras, que tinham grandes preocupações que o serviço pudesse facilitar a pirataria de conteúdos.
O Google Music permite que os usuários possam fazer downloads ou reproduzir as músicas via streaming. E o principal diferencial serão os recursos disponíveis para sincronização de músicas com aparelhos com o sistema Android.
Ainda não há previsão para a chegada do serviço no Brasil, embora seu lançamento seja um grande acontecimento no mercado de música digital.



Fonte: Lazer Tecnologia


RIM lança sistema operacional que irá 'unificar' seus dispositivos


Plataforma é fruto da união entre o QNX, usado no PlayBook, e o BlackBerry 7. Ela será usada nos smartphones e tablets da companhia.

Ginny Mies

A BlackBerry Dec Com – evento organizado pela Research In Motion (RIM) – começou nesta terça-feira (18/09) com a conferência de Mike Lazaridis, fundador e co-CEO da companhia. Ele revelou um novo sistema operacional, o BBX OS, que será usado tanto pelos tablets da marca quanto pelos smartphones.
O BBX OS nasceu da fusão entre o QNX, plataforma do PlayBook, e o BlackBerry OS, que equipa os celulares da empresa. O sistema é open source e garantirá grande flexibilidade a desenvolvedores, já que a RIM planeja adotar diversas bibliotecas em código aberto, a fim de que os aplicativos sejam facilmente adaptados para o BBX, diz a empresa.
Detalhes a respeito da interface ou de recursos não foram expostos, mas Lazaridis garantiu que o SO reúne o melhor dos dois mundos – tablets e smartphones. Um programa para fotos foi demonstrado, no qual as imagens eram organizadas em pilhas. Ficou bonito: elas circularam com fluidez pela tela e um pequeno efeito 3D pode ser visto. A RIM destacou o advento de games em três dimensões e aplicativos em HTML5 para a plataforma.
Por enquanto, não há prazo para que os primeiros dispositivos com BBX cheguem ao mercado. Muitas dúvidas ficaram no ar, como, por exemplo, se os usuários do PlayBook ou com celulares rodandoBlackBerry 7 OS receberão uma atualização para o software.
Péssimo 2011
O ano não tem sido bom para a RIM. A participação de seus smartphones diminuiu nos Estados Unidos – de 26% para 19% - elevando ainda mais sua distância em relação a iPhone (28%) e Android (40%).
Além disso, quedas em seu serviço de Internet e mensagens instantâneas – considerado um dos mais confiáveis – foram recorrentes. Semana passada, milhões de usuários ficaram desconectados por conta de uma pane sofrida pelo sistema, de modo que, na última segunda-feira (17/10), a empresa anunciou que eles teriam direito a 100 dólares em aplicativos como forma de compensação.
Por fim, enquanto o iPad e tablets com Android já tiveram milhões de unidades comercializadas, o PlayBook só teve 700 mil distribuídas nos últimos dois trimestres. Ele nem chegou perto de desafiar a supremacia do aparelho do iPad.
Fonte: PC World US

20110819

A publicidade digital virou pop

Com bom humor, agilidade e irreverência, as estratégias de comunicação na internet caem na boca do povo e fazem explodir a audiência e a exposição das marcas

Por Clayton MELO e Rodrigo CAETANO

Atolado em um lamaçal com sua picape, um motorista grita injúrias contra um dos símbolos da docilidade no mundo animal. “Pôneis malditos”, afirma o condutor, pouco antes de verificar que, no lugar de cavalos potentes, seu motor possuía apenas pôneis em um carrossel. A brincadeira é, na realidade, uma propaganda da montadora Nissan. Mais do que o tom jocoso, o que chama a atenção para a iniciativa, no ar há cerca de duas semanas, é que o filme exibido na tevê tem, na web, um complemento inusitado. No desfecho do filmete desenvolvido para o meio interativo, o pequeno pônei vira uma criatura mal encarada, que amaldiçoa o internauta.

Ou seja, a intenção era fazer barulho na rede. Deu certo. Em cerca de duas semanas, mais de nove milhões de pessoas acessaram o vídeo. Outro caso recente bem-sucedido se deu com a Vivo. Para aproveitar o Dia dos Namorados, a operadora lançou um clipe da música “Eduardo e Mônica”, da banda Legião Urbana, sucesso há 25 anos. O vídeo mostra o famoso casal da canção trocando mensagens por SMS e conversando pelo celular. Foi um estouro: mais de dez milhões de usuários assistiram ao clipe na internet. O romance de Eduardo e Mônica e os pôneis da Nissan estiveram durante alguns dias entre os assuntos mais comentados no Twitter e se tornaram estrelas pops no mundo digital.

*Sucesso de público: filme sobre os pôneis malditos, da Nissan, e o clipe da música "Eduardo e Mônica" (ao lado), da Vivo, são alguns dos casos de campanhas que bombaram na rede

Longe de serem exceções, essas duas campanhas ilustram bem o atual estágio da comunicação digital no Brasil. Criadas com material específico para a rede, ambas têm no YouTube um ponto central de seu plano digital e se utilizam de uma linguagem adequada ao público da web, mais jovem e altamente conectado. Elas sinalizam que, na era da conectividade, a fórmula do sucesso é reunir, no mesmo cardápio, ingredientes como o entretenimento, o bom humor e a interação, por meio das mídias sociais. “Quando a publicidade é benfeita, ela se espalha por meio das redes sociais”, afirma Murilo Moreno, diretor de marketing da Nissan (leia mais aqui). Para Christian Gebara, diretor de estratégia e novos negócios da Vivo, à possibilidade de interação soma-se uma maior liberdade para criar conteúdo capaz de agradar aos consumidores. “A tendência nos canais digitais é associar as marcas ao entretenimento”, diz Gebara.

O clipe de Eduardo e Mônica não é a única experiência da Vivo com produções só para a web. Em 2010, ela investiu na megaprodução de um curta-metragem, com qualidade de cinema, com Pelé. O material foi lançado no YouTube. O entretenimento também norteou um projeto criado pela agência digital Wunderman para a Activia, da Danone. A campanha Músico no Pote foi realizada na página da marca no Facebook. Pelo projeto, os internautas podiam assistir a shows transmitidos em tempo real no perfil da empresa no site. Os músicos tinham de criar, na hora, canções de improviso a partir de temas sugeridos pelos usuários. Além da inovação das transmissões ao vivo pelo Facebook, essa iniciativa apresenta outro dado importante para o mundo online: a integração com outras mídias.


Suspense na rede: uma ação criada para a cerveja Devassa, com Paris Hilton, em 2010, começava na tevê e continuava em site criado para a campanha. Fez sucesso instantaneamente

O Músico no Pote fazia parte de uma ação chamada Ritmo no Pote, que dava o recado de que o Activia faz o organismo funcionar melhor. A promoção contou com merchandising em tevê e distribuição de mil unidades de iPod Nano em embalagens do produto. “A integração do digital com outros meios é fundamental”, diz Paulo Sanna, vice-presidente de criação da Wunderman. “Os meios tradicionais, como revistas, jornais e tevê, conferem credibilidade, enquanto o digital serve para engajar.” Em outras palavras: o universo digital está a cada dia mais sofisticado, e essa nova forma de fazer comunicação já se reflete nos números. A internet deve alcançar, no final de 2011, um faturamento de cerca de R$ 3 bilhões, o que representará cerca de 10% do bolo publicitário no Brasil.

A projeção é do Internet Advertising Bureau (IAB), que representa as empresas digitais. A associação chegou a esse valor porque, a partir deste ano, a mensuração do faturamento do setor levará em conta os negócios com a busca patrocinada oferecida por portais, principalmente o Google. Só para dar uma ideia, em 2010, sem a informação sobre o faturamento obtido com as buscas, o faturamento oficial da internet no Brasil foi de R$ 1,2 bilhão. “A publicidade online está se expandindo acentuadamente em função do crescimento do acesso à banda larga”, diz Fábio Coelho, presidente do IAB e diretor-geral do Google no Brasil. A nova forma de mensuração também torna visível outro aspecto da transformação pela qual atravessa esse segmento: o investimento em estratégias para serviços de buscas.


Esse tipo de atividade ganhou tanta importância que uma das maiores agências do País, a DM9DDB, criou um departamento focado nisso. A função dessa área é estudar as tendências dos consumidores a partir de informações de termos de buscas e postagens em redes sociais “Detectamos tendências de comportamento que podem servir de base para a criação de campanhas”, afirma Mônica Carvalho, vice-presidente de mídia da DM9DDB. Ter os olhos voltados para as mudanças de comportamento na sociedade sempre foi da natureza da comunicação. Mas, na era das redes sociais, isso é determinante. “A forma de as pessoas se relacionarem com os meios de comunicação não é mais a mesma”, afirma Fernando Chacon, diretor de marketing do Itaú.

O que não muda é a necessidade de produzir conteúdo relevante. É nesse aspecto que os canais digitais assumem um papel peculiar. “As pessoas agora querem uma comunicação mais leve e lúdica, menos invasiva e mais personalizada, algo que a internet facilita”, diz Chacon. Foi essa a premissa que norteou uma ação na internet criada pelo banco com o comediante Marco Luque, do programa CQC, da Band. Em vídeos exclusivos para a rede, os personagens de Luque contam piadas e, sutilmente, explicam as características dos produtos do Itaú. O canal do Itaú no YouTube registra mais de 1,5 milhão de acessos. A internet também traz para as empresas outro componente valioso: a resposta dos consumidores. “Antes, eram as marcas que causavam impacto nos consumidores. Hoje, também acontece o contrário: as pessoas interferem no rumo das marcas”, afirma Gal Barradas, presidente da agência digital F.Biz.



Fonte: Revista Isto É Dinheiro.


Google testa sistema que acaba com troca de páginas nas buscas

'Scroll infinito' atualiza os resultados ao rolar a página para baixo. Sistema similar é usado no Facebook e no Twitter.

O botão 'show more results' (mostre mais resultados) substitui as páginas com mais resultados de buscas no Google (Foto: Reprodução)

O Google implementará em sua página de buscas um sistema que acaba com a necessidade de se trocar de páginas enquanto se realiza uma pesquisa. Chamado de "scroll infinito", o usuário consegue atualizar os resultados apenas rolando a página do site para baixo.

O sistema dispensa a necessidade de se clicar em uma nova página na opção "Gooooooogle", localizada na parte inferior do site. Em vez disso, aparecerá uma opção "mostre mais resultados", que serão apresentados abaixo deste botão.

O "scroll infinito" já é usado pelo Google na busca de imagens e sites como Twitter e Facebook utilizam sistema similar para que o usuário encontre publicações mais antigas de quem ele segue ou de seus amigos.
A companhia ainda está testando o novo sistema e ainda não tem previsão para que a novidade seja implementada nas buscas.

Fonte: G1
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Cresce o uso de redes sociais para compartilhar imagens

NATASHA FELIZI

No Facebook, já são mais de 100 milhões de fotos postadas por dia. O Flickr tem cerca de 6 bilhões de imagens em sua base de dados. Criado há menos de um ano e usado apenas em produtos da Apple, o Instagram já acumula 150 milhões de cliques.

A mistura entre redes sociais e gadgets com câmeras cada vez mais sofisticadas está mudando a forma como as pessoas compartilham seus registros e se relacionam com a fotografia, cujo dia mundial é celebrado nesta sexta (19).

A data marca o aniversário do daguerreótipo --em 19 de agosto de 1839, o governo francês anunciou a criação desse tataravô dos equipamentos atuais e o liberou como um presente ao mundo.

O casal Floripes e Artur fotografado por seu neto Danilo Verpa; imagem foi feita com o aplicativo Instagram

Para usuários das redes, a facilidade para compartilhar as imagens e a reação instantânea de quem as vê ajudam a explicar o grande interesse.

"Na internet, há três formas básicas de expressão: texto, foto ou vídeo. E foto é a opção mais rápida, menos trabalhosa de colocar na rede", opina Marina Wajnsztejn, publicitária especializada em redes sociais. "Está na moda, a resposta sobre o que as pessoas acham da sua foto é muito rápida", comenta o fotógrafo Daigo Oliva.

Essa rapidez se confirma no Facebook: cada foto de perfil tem em média dois comentários e três "curti", segundo uma pesquisa feita com 100 mil usuários pela start-up americana Pixable.

O mesmo levantamento indica que cada usuário posta em média 282 imagens --as mulheres compartilham duas vezes mais fotos que os homens, e pessoas de 26 a 29 anos são as que mais levam seus registros à rede social.

Enquanto no Facebook e no Instagram usuários mostram o que captam a amigos e contatos, o Color, lançado em março, busca aproximar vizinhos. Seu aplicativo, para iPhone, cria comunidades temporárias e instantâneas entre usuários que estejam fotografando na mesma área.

Após o Color, esse recurso foi criado no Foursquare, rede social com geolocalização.

Fonte: Folha de São Paulo
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25 milhões de brasileiros no Facebook



Por Alexandre Matias

20 milhões aderiram à rede apenas no último ano; presidente da empresa no Brasil afirma que está focado em negócios

Seis meses depois de assumir o cargo de principal executivo do Facebook no Brasil, Alexandre Hohagen, que também responde como vice-presidente da empresa para a América Latina, apresentou os primeiros resultados de sua gestão, que coincide com o período de maior popularização da rede social no País. “São 25 milhões de brasileiros no Facebook, 20 milhões destes nos últimos 12 meses”, explicou o executivo na manhã dessa quinta-feira, 18, em encontro com a imprensa.

Ele atribuiu o crescimento ao início da migração de usuários do Orkut para o Facebook, que começou na virada de 2010 para 2011, e à popularização do site graças ao filme A Rede Social, que conta a história dos primeiros dias da empresa. O fim das férias de verão também foi crucial para o crescimento da rede, segundo o executivo.

Ao ser perguntado sobre o endereço que o Link publicou no início do ano, no bairro do Paraíso, na cidade de São Paulo, Hohagen afirmou que a companhia ainda não tem endereço fixo no Brasil e enfatizou que eles ainda não têm escritório fixo no País. “Aquele endereço é apenas para regularizarmos a situação da empresa”.

Durante a apresentação, o executivo falou sobre o crescimento das parcerias de publicidade que o site já tem feito com empresas brasileiras e citou exemplos de casos bem sucedidos, como a página do jogador Ronaldo, com cinco milhões de fãs. Saudou também a iniciativa do governo federal, que criou páginas para o Ministério do Trabalho e da Saúde na rede.

Hohagen disse também que o foco da empresa no Brasil é em negócios e que tentará educar empresas e agências de publicidade em relação ao conceito de “f-business, o e-business feito dentro da plataforma do Facebook”, citando o exemplo da parceria entre a rede social e a Amazon – em que o site da loja virtual lembra quando o aniversário de um amigo está se aproximando e indica o que ele pode querer ganhar de presente – como um dos melhores desse novo conceito. “A ideia é que o usuário fique sempre no Facebook”, resumiu o executivo.

Fonte: Estadão

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20110712

Extensão mostra atualizações do Facebook no Google Plus


Com extensão, usuários podem ver atualizações do Facebook pelo Google+Foto: Divulgação

Uma companhia israelense desenvolveu um aplicativo que permite a usuários da nova rede social Google+ ver mensagens publicadas na outra rede líder do setor, o Facebook.
Batizado de Google+Facebook, o aplicativo foi desenvolvido na semana passada pela Crossrider, cujo principal negócio é criar extensões para navegadores, que já têm mais de 100 mil downloads, segundo Koby Menachemi, cofundador e presidente-executivo da empresa.
"É algo que criamos em menos de um dia", disse Menachemi. "O produto não é perfeito, mas você pode ver as mensagens (do Facebook) e publicar atualizações" embora esteja no Google+.
Após uma série de fracassos, o Google está apostando que o Google+, que já tem mais de 10 milhões de usuários, irá competir diretamente com o Facebook, com 750 milhões de usuários, em um segmento de rápido crescimento.
Embora a maioria das pessoas prefira uma simples importação de amigos, fotos e outras informações pessoais para o Google+, isso violaria os termos de serviço do Facebook.
O aplicativo da Crossrider, que é gratuito, simplesmente acrescenta um ícone ao Google+, por meio do qual usuários podem ver suas páginas do Facebook. "É um site dentro de outro site", disse Menachemi, acrescentando que a companhia pretende realizar melhorias no aplicativo.

Fonte: Portal Terra
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O que fazer para o Twitter não afetar seus negócios e sua vida profissional

As redes sociais podem ser aliadas das empresas. Mas, como são ambientes públicos, todo cuidado é pouco na internet. Acompanhe as dicas dos especialistas      

Por Flávia Gianini

Imagine a cena: você entra no escritório, senta na sua mesa e grita: "Eu odeio meu trabalho, meu chefe é um babaca". É muito pouco provável que isso aconteça. Ninguém em sã consciência, ou que não queira ser demitido, faria algo parecido. Mas o que dizer quando coisas assim são escritas no mural no Facebook ou Twitter? É diferente?

“Não é diferente. É exatamente igual. Na verdade, é até pior, pois o que está escrito tem sempre mais peso do que o que é apenas dito. Mesmo em uma rede social, as palavras tomam um caráter mais oficial que se fossem ditas numa mesa de bar, por exemplo”, explica a psicóloga e doutora em recursos humanos, Gisele Damasceno.

Uma pesquisa rápida no Twitter mostra que há muitos usuários fazendo isso (observe a imagem abaixo). “Parece que as pessoas não entenderam que a internet é um ambiente público e social ao mesmo tempo, como as pracinhas das cidades do interior. Estão todos sempre por lá, e quem não está fica sabendo dos acontecimentos por meio dos outros. Então, todo cuidado é pouco”, alerta Damasceno.

Mas como saber o limite do que é, ou não publicável/postável? “Não diga no universo virtual o que você não diria abertamente no seu ambiente de trabalho”, resume a psicóloga. O conselho parece rígido demais, especialmente para os nascidos a partir da Geração Y, mas não é, garante Damasceno. “Não podemos ser ingênuos em acreditar na liberdade de expressão, mesmo quando ela fere os interesses ou a imagem da empresa onde se trabalha”, explica.

Para o diretor de recrutamento, Roberto Rodrigues, o que é publicado na internet é mais perigoso. “A intenção pode ser mal interpretada numa frase escrita no Twitter, pois não é possível saber o tom da observação”, diz.

Uma agravante é que, nas redes, tudo se espalha com rapidez e os rastros das mensagens ficam registradas para sempre. Mesmo que você se arrependa e apague, ele pode ficar capturado. “O mais adequado é fazer os elogios em público e as críticas, em particular”, aconselha Rodrigues.

Para evitar confusões causadas pela sua vida virtual que podem afetar sua vida profissional ou seus negócios, siga dez dicas selecionadas:

1) Repita como um mantra: rede social é um ambiente público

Se a sua mãe está lá, qualquer um também pode estar, até o filho geek do seu chefe analógico. Então, não presuma que você tem somente amigos íntimos na sua rede de contatos.

2) Antes de postar: pare, pense e repense

Se não diria exatamente igual para um superior hierárquico, reflita. O conteúdo pode ser arriscado e pode não valer seu emprego.

3) Reveja o linguajar usado antes de postar

Toda vulgaridade será castigada. Mesmo um comentário bobo, com palavras pesadas pode render problemas.

4) Configure sua conta com o máximo de privacidade

Faça um teste: digite no Google seu nome. Aparece posts de Twitter, Facebook, etc? Você não está nada seguro.

5) Informe-se sobre o manual de conduta da empresa

Algumas empresas já têm políticas de redes sociais para que o colaborador não cometa deslizes inadvertidamente.

6) Evite associar seu nome ao da empresa ou ao cargo que ocupa

Se o seu perfil não for especificamente profissional, é melhor não se apresentar como funcionário de uma empresa, pois se ela julgar que um post pode prejudicá-la, ela pode demitir o autor por justa causa.

7) Cuidado com temas polêmicos

Religião, política, orientação sexual e futebol estão entre as confusões mais comuns causadas através das redes sociais. Vide os casos de pessoas demitidas por uso do Twitter.

8) Fique atento com fotos


Uma imagem vale mais que mil palavras. Ter uma conta hackeada é mais comum que você imagina. Aí todo mundo vai ver você bêbado na micareta ou dançando a velocidade cinco do creu, com a cerveja na mão.

9) Esqueça os problemas pessoais nas redes

O nome já diz tudo: pessoais. Reclamar da sogra com sua irmã é uma coisa. Mas grite que ela é uma bruxa na praça da cidade do interior onde vocês vivem e veja o efeito que tem.

10) Não adicione quem você não conhece


O mundo não é o País das Maravilhas, onde ninguém é o que parece, mas aquele cara que está te seguindo no Twitter, pode ser aquele diretor bem conservador do RH.

Fonte: Revista Isto É Dinheiro


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20110318

Cinco bons motivos para investir no atendimento online



Com o crescente número de sites de e-commerce, a exigência do consumidor está cada vez maior, uma vez que ele conta com diversas opções para comprar. Em 2011, ele é quem dita as regras e para ganhar esse mercado não bastam apenas promoções, é preciso foco no atendimento. O tratamento do cliente como se fosse único em meio a tantos internautas é o que vai garantir sua fidelização. Nesse cenário, o atendimento personalizado, mesmo no ambiente online, vem ganhando espaço e se torna ferramenta fundamental para conquista do e-consumidor.

Para acompanhar a demanda, sem que a estrutura física de atendimento cresça de forma exponencial, preparei cinco bons motivos que não podem ficar de fora de sua lista na hora de investir em sistemas de atendimento online ao cliente.

1. Redução no custo de atendimento ao cliente: quando se investe em ferramentas que automatizam o atendimento, o lojista virtual evita a busca do consumidor por recursos como telefone e traz a resposta no primeiro contato. Isso reduz a necessidade de investimentos em grandes equipes, uma vez que o processo é automatizado e prático.

2. Acréscimo de vendas online: Ao entender, através de ferramentas que interpretam a pergunta do cliente de forma automática identificando, por exemplo, o que são perguntas de clientes propensos a comprar, o varejista pode direcionar respostas e iniciar um contato de venda de forma mais personalizada.

3. Melhora no atendimento ao cliente: a automatização de processos com tecnologias que atendam one to one, mesmo que o número de internautas com dúvidas seja grande, cria mais fidelidade e deixa clientes mais satisfeitos, com respostas imediatas – Clientes mais satisfeitos compram mais e te recomendam mais. Segundo um estudo da Forrester Research, experiências positivas de clientes geram maior fidelidade e resultam em fatores como: maior possibilidade de voltar a comprar, relutância em mudar a concorrência e maior índice de recomendação da empresa.

4. Relatórios online: a análise de relatórios gerados pelas tecnologias de atendimento facilita a avaliação das demandas e expectativas do cliente. Os relatórios trazem dados para melhor inserção de conteúdo e geração de taxa de maior conversão. Sites sem conteúdo são: ineficientes, frustram o cliente, custam um dinheiro desnecessário e não geram conversão de vendas.

5. Busque tecnologia inteligente: contar com ferramentas que interpretam as perguntas de forma natural também facilita de forma significativa a agilidade no atendimento. Exemplo: na loja virtual, o consumidor pergunta quanto custa o frete e outro questiona quanto pagará pelo transporte. Ambas as questões levam a uma mesma resposta.

Portanto, é hora de investir e a atenção na pesquisa por tecnologias adequadas é fundamental. Depois...é só vender e...com tranquilidade!

Fonte: B2B Magazine


Todo cuidado é pouco

 Roberto Freire

A Copa e a Olimpíada têm servido para muita coisa no Brasil. No fim do governo Lula, como bandeira de propaganda da importância do país no mundo. Agora, como maneira de contornar o rigor da lei para que por meio do "jeitinho" o governo possa finalmente cumprir o papel que lhe cabe.

Já que o país vai sediar os dois eventos, o governo propala que é preciso melhorar a infraestrutura e os serviços ligados ao turismo e ao esporte - como se antes isso não fosse necessário.

Para tanto, e depois da irrelevância do PAC 1 e 2, quer o Palácio do Planalto "flexibilizar" a Lei das Licitações (8.666/93), com a justificativa de que as obras são urgentes e já estão atrasadas.

É tamanho o absurdo dessa pretensão que chega a levantar a suspeita de que o governo tem retardado as obras dos eventos esportivos justamente para fazer tábula rasa da lei. Parece claro que se trata de uma esperteza para fraudar a lei e facilitar práticas anti-republicanas, bem ao gosto do governo do PT e seus aliados. E nessa seara temos a triste memória dos jogos Panamericanos.

O Tribunal de Contas da União mandou que o governo federal retivesse R$ 11,7 milhões que seriam entregues a uma empresa prestadora de serviços do Pan. Segundo o órgão, houve sobrepreço em contrato para a implantação de infraestrutura para a Vila Olímpica.

A prestação de contas do Ministério do Esporte ao TCU levou nada menos que três anos, graças a ausência de planejamento e fiscalização por parte do referido ministério e abundancia de irregularidades em licitações, desvio de recursos e superfaturamento.

É preciso aprender com a experiência do Pan. Grande parte de suas obras foi feita de afogadilho, sem licitações nem a devida transparência, o que desaguou em corrupção desenfreada. Vamos repetir a mesma coisa e preparar o terreno com facilidades para que ocorra o mesmo com a Copa e a Olimpíada? Ou este país vai aprender que não pode conviver com a corrupção?

Neste momento em que o Brasil está preocupado em conter gasto, é preciso não esquecer a importância de se fechar o ralo da corrupção.

O TCU já identificou problemas com deficiências nos projetos da Copa de 2014 e falta de transparência nas ações do governo federal, além do descumprimento de prazos. O tribunal já reclama da fragilidade no acompanhamento feito pelo Ministério do Esporte.

O ministro Valmir Campelo, do TCU, aponta uma das razões do atraso nos financiamentos e início das obras dos dois eventos: demora do ministério em enviar as matrizes de responsabilidades delas ao órgão fiscalizador e transferências voluntárias do governo federal para as obras que não constam das matrizes.

Não podemos nos esquecer do Pan nem do Panamericano, o banco socorrido pelo governo em uma negociata até hoje muito mal explicada, envolvendo a Caixa Econômica Federal e Banco Central.
Esses episódios devem servir de anteparo a qualquer jeitinho para dar passagem à corrupção. Assim servem a alguma coisa importante, em vez de servir para nada, como tantos escândalos que já abalaram a República.

Roberto Freire é deputado Federal e presidente nacional do PPS

Fonte: Brasil Econômico